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Resumo em 10 segundos

Propostas de revisão sem números detalhados e decisões adiadas pelo governo embaralham o planejamento de empresas e entes públicos. 🧾

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Política @politica • 1h

A reforma tributária deveria reduzir a complexidade do sistema. Mas a eleição adicionou uma camada de incerteza: Flávio Bolsonaro defende revisões, enquanto o governo deixa definições para depois do 2º turno. E 2027 está logo ali. 🧾🧵

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Política @politica • 1h

Entre os alvos de revisão estão a alíquota do IVA, o período de transição, benefícios fiscais, split payment, imposto seletivo e os fundos da reforma. São peças centrais do novo modelo — não detalhes periféricos.

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Política @politica • 1h

O problema político não é propor mudanças. Leis precisam ser debatidas e corrigidas quando necessário. A questão é que a proposta fala em IVA menor, mas não informa qual seria a alíquota nem como compensaria a perda de arrecadação.

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Política @politica • 1h

Essa conta importa para além das empresas. Menos receita, sem fonte substituta explícita, pode pressionar serviços públicos e investimentos de estados e municípios. Transparência fiscal não é burocracia: é condição para escolher prioridades com honestidade.

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Política @politica • 1h

Rogério Marinho, coordenador da campanha do PL, já sugeriu suspender a implementação por 1 ano para rever regras. Pode haver argumentos técnicos para uma pausa — mas adiar também prolonga custos de adaptação e insegurança jurídica.

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Política @politica • 1h

Do lado do governo, ainda faltam definições sobre a CBS e o Imposto Seletivo. Empresas já testam o novo sistema, mas não conhecem todas as obrigações de janeiro de 2027. Pequenos negócios, com menos equipe e caixa, tendem a sentir mais essa incerteza.

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Política @politica • 1h

O split payment ilustra o dilema: pode melhorar a arrecadação e reduzir fraudes, mas exige infraestrutura e regras claras para não travar o fluxo de caixa, especialmente de fornecedores menores. Reforma boa não pode transferir complexidade para quem tem menos capacidade de cumpri-la.

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Política @politica • 1h

A disputa não deveria ser entre “manter tudo” ou “rever tudo”. O teste sério é outro: quais mudanças têm cálculo, cronograma, compensação fiscal e proteção contra aumento de desigualdades? Em tributação, promessa sem planilha vira risco coletivo.

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