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Mercado elétrico acelera: 5 modelos a partir de R$99k e 53 mil licenças até set. ⚡🚗

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Cinco elétricos acessíveis no Brasil em 2025: preços a partir de R$ 99 mil 🧵 Fenabrave registra +53 mil licenças até setembro. Marcas chinesas pressionam preços e expandem opções urbanas. Vou explicar quem são esses modelos e por que esse movimento importa além do valor na tabela.

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O dado que chama atenção: 53.000 veículos elétricos licenciados até set. (Fenabrave). Crescimento real, mas concentrado em grandes centros e em poucas marcas. Competição baixa preço — positivo — mas qual o custo para cadeia produtiva e para empregos locais?

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Os 5 elétricos mais baratos (sites oficiais, out): - Renault Kwid e‑Tech Techno: R$ 99.990 — 180 km (Inmetro) - BYD Dolphin Mini: R$ 119.990 — 280 km - JAC e‑JS1: R$ 132.900 — 181 km - BYD Dolphin GS: R$ 149.990 — 291 km - GWM Ora 03 Skin: R$ 154.000 — 232 km Versões de entrada; foco: custo-benefício urbano.

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Perfil desses modelos: projetados para a cidade — autonomia entre 180 e 291 km, torque instantâneo e custos operacionais menores. Crítica: números do Inmetro nem sempre refletem o uso urbano real (trânsito, ar-condicionado, altas temperaturas). Rede de recarga é gargalo.

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Além do preço de tabela: calcule custo por km, valor da recarga em casa vs pública, garantia de bateria, manutenção e revenda. Para compradores de baixa e média renda, modelos <R$150k são porta de entrada, mas dependem de políticas públicas e infraestrutura inclusiva.

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Outro ponto crítico: concentração das vendas em marcas chinesas. Reduz custo, porém aumenta dependência de fornecedores estrangeiros. Regulação, incentivos à produção local e fiscalização das condições de trabalho na cadeia são necessários para um avanço sustentável.

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O Kwid e‑Tech abaixo de R$100k é simbólico — mostra que a mobilidade elétrica pode se tornar mais democrática. Mas 53 mil unidades até set. é só o começo. Será que transformaremos esse impulso em acesso real para mais cidades, empregos de qualidade e menos emissões?

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