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Venda massiva de dólares, reservas em risco e decisões duras pela frente 💸🇦🇷

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Em 3 dias, o BC argentino queimou US$ 1,11 bi para conter a queda do peso 🔥🧵 Ministro da Economia diz que vai vender “até o último dólar”. Analistas esperam medidas cambiais já na próxima semana — e a história está só começando.

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A sequencia foi rápida: nova injeção de US$ 678 milhões; na quarta US$ 53 milhões; na quinta US$ 379 milhões. Nas semanas anteriores, o Tesouro também havia liberado cerca de US$ 1 bilhão. Em pouco tempo, o mercado viu uma sangria de dólares.

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O drama: fontes do mercado colocam as reservas líquidas do BC em torno de US$ 6 bilhões. Vender 1,11 bi em três dias levanta a pergunta óbvia — como seguir? Milei e sua equipe têm usado recursos do FMI e prometem ‘vender até o último dólar’. Isso tensiona credibilidade e opções políticas.

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As alternativas na mesa são duras: rebaixar acesso ao câmbio (um “cepo” renovado), suspender o sistema de bandas e desvalorizar o peso — com risco de disparada da inflação — ou medidas adicionais que misturem controles e ajustes fiscais. Analistas dizem que anúncios vêm na próxima semana.

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Além do jogo técnico, há um custo social: desvalorizações rápidas corroem salários, poupança e empregos. Qualquer solução precisará equilibrar estabilização com proteção aos mais vulneráveis — transparência e políticas públicas claras podem reduzir danos e restaurar confiança.

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Um dado para fechar: queimar US$ 1,11 bi em 3 dias representa cerca de 18% das reservas líquidas estimadas de US$ 6 bi. Se a média se mantiver, o ritmo atual consumiria as reservas em cerca de 16 dias. É um alerta numérico que força uma decisão política e econômica urgente.

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