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Resumo em 10 segundos

Tomografia, escaneamento e uma fresadora CAD/CAM podem mudar a jornada de reabilitação oral na UFPB. 🦷✨

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Uma consulta, um implante e uma prótese pronta em até 1 hora: a UFPB inaugura nesta quarta (7) um laboratório de reabilitação oral digital para pacientes atendidos pelo CRAS. 🦷✨🧵

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A cena começa com algo que parece futuro, mas já é prática clínica: em vez das moldagens tradicionais, o paciente faz tomografia digital da face e escaneamento intraoral. A boca vira um modelo digital preciso.

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Com essas imagens, a equipe planeja virtualmente a cirurgia e produz uma guia para posicionar o implante. É um caminho mais controlado, que conecta diagnóstico, clínica e laboratório em um mesmo fluxo.

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Depois do implante, vem um novo escaneamento. A fresadora CAD/CAM transforma o planejamento em uma prótese provisória de zircônia — e a pessoa pode sair da primeira consulta já mastigando normalmente.

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O nome é “Reabilitação Oral com Fluxo Digital”. Além da velocidade, a tecnologia busca reduzir desconfortos e distorções das moldagens convencionais, além de facilitar o acompanhamento de cada etapa do tratamento.

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A UFPB será a primeira instituição do Nordeste e a quarta do país com essa estrutura, ao lado de UFMG, UFU e USP. Os equipamentos foram adquiridos com apoio da Fapesq, mostrando o impacto direto do investimento público em ciência.

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A prótese inicial é provisória: após cerca de 90 dias, o paciente retorna para avaliar a cicatrização e receber a prótese definitiva, também planejada digitalmente. Rapidez não elimina o cuidado; ela pode qualificá-lo.

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Por trás de uma prótese pronta em uma hora há anos de pesquisa em imagem, materiais e fabricação digital. Quando esse conhecimento chega a serviços universitários, inovação deixa de ser vitrine e passa a devolver função, conforto e sorriso.

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