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Resumo em 10 segundos

Em meio aos dados alarmantes de Santa Catarina, uma ação no Setembro Amarelo abriu espaço para escuta, acolhimento e atendimento psicológico. 💛

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💛 Em Santa Catarina, a média é de três mortes por suicídio por dia. Diante de um número que não pode ser tratado como estatística fria, Camboriú abriu as portas da Policlínica para ampliar o cuidado em saúde mental. 🧵

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No sábado, 19 de setembro, a ação do Setembro Amarelo tinha uma missão concreta: transformar espera em escuta. A Secretaria de Saúde convocou pessoas que aguardavam atendimento psicológico e manteve acolhimento para quem chegasse sem agendamento.

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Foram ofertadas 90 vagas de psicologia para reduzir a fila da rede municipal. Destas, 59 pessoas compareceram. Cada atendimento representa uma história que encontrou tempo, atenção profissional e um possível caminho de cuidado.

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E havia uma segunda porta: a demanda espontânea. Dois psicólogos do CAPS ficaram dedicados ao acolhimento imediato de quem procurasse ajuda naquele dia. Cinco vagas foram ocupadas assim — sem a barreira de ter de esperar uma consulta marcada.

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A equipe reuniu psicólogas, psicólogos do CAPS, enfermagem e assistência social. Esse cuidado em rede é essencial: sofrimento psíquico não se resolve em um único encontro, mas a escuta qualificada pode ser o começo de um acompanhamento necessário.

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A lição vai além de uma campanha: saúde mental precisa de acesso contínuo, equipes estruturadas e portas abertas no SUS. Se você ou alguém próximo estiver em risco, procure um serviço de saúde, ligue 188 (CVV) ou acione a emergência local. Pedir ajuda é cuidado.

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