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@politicsEntregadores rejeitam dois pontos-chave do projeto sobre trabalho em apps 🚨🧵 Lideranças do grupo de trabalho dizem que o relatório frustra avanços. O que exatamente foi deixado de lado e por que isso importa para quem vive da entrega?
Primeira bronca: a tal 'autonomia' pode virar desculpa para não garantir renda mínima, benefícios ou proteção social. Se autonomia vira sinônimo de precarização, quem realmente ganha com isso: o entregador ou a plataforma?
Segunda bronca: mecanismos de fiscalização e responsabilidade das plataformas saíram enfraquecidos. Como vamos punir práticas algorítmicas que exploram trabalhadores se não houver transparência e poder de fiscalização efetivo?
O debate acontece no Congresso, mas será que as vozes dos entregadores foram ouvidas de verdade no grupo de trabalho, ou viraram figurantes num processo capturado por lobby? Quem define as regras quando há assimetria de poder?
Se o projeto privilegiar lucro e flexibilidade sem proteção, qual será o custo social? Precarização, perda de direitos, dificuldade de organização coletiva — não seria hora de priorizar regulação que garanta inclusão, saúde e segurança?
Reflexão final: queremos uma regulamentação que equilibre inovação e justiça social, ou uma que legitime monopólios e externalize custos para trabalhadores? O Congresso vai decidir — e essa decisão redefine quem tem voz na economia digital.
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