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Pais e professores ficaram sem respostas após o fechamento da Midtown International School. A ação coletiva agora cobra transparência — e reembolsos. 🎓💸

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Uma escola particular de Atlanta fechou de forma abrupta — e pais que pagaram milhares de dólares adiantados ficaram sem reembolso. 🎓💸 Como uma instituição encerra as atividades sem explicar claramente o destino desse dinheiro? 🧵

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A Midtown International School anunciou em abril que encerraria as portas permanentemente. Famílias tiveram pouco tempo para encontrar novas escolas, inclusive no meio do período letivo. Quem protege crianças quando a escola simplesmente desaparece do mapa?

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Agora, várias famílias processam a escola e seu conselho administrativo em uma ação coletiva. Segundo o advogado Shimshon Wexler, um pai teria pago mais de US$ 16 mil para o ano letivo de 2026–2027. Serviço não entregue não deveria gerar reembolso automático?

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A ação alega um contraste difícil de ignorar: o relatório financeiro final indicaria cerca de US$ 18 mil em caixa, enquanto a dívida estimada com pais chegaria a US$ 370 mil. Foi má gestão, falta de fiscalização ou algo mais?

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E não foram só as famílias. Professores e funcionários, contratados para o ano inteiro, descobriram que receberiam apenas até o último dia de operação. Por que trabalhadores e alunos acabam pagando a conta quando uma instituição entra em colapso?

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A ex-professora Stephanie Lightsey relata que recebeu orientação sobre seguro-desemprego, mas nenhum apoio efetivo da instituição. Educação privada pode operar com tanta autonomia financeira sem mecanismos sólidos de proteção para famílias e equipes?

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O processo busca rastrear o dinheiro e responsabilizar quem administrava a escola. A pergunta central vai além de Atlanta: se uma escola recebe pagamentos antecipados, não deveria haver regras claras para garantir reembolso, transparência e continuidade educacional?

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