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Deputado eleito mas ausente decide liderança da minoria — manobra para manter mandato? 🤔🇧🇷

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Eduardo Bolsonaro é anunciado como líder da minoria na Câmara enquanto mora nos EUA 🇺🇸🧵 — a oposição diz que é para evitar perda de mandato por faltas. Até que ponto um cargo resolve accountability ou apenas protege um político ausente?

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Foi a deputada Caroline de Toni (PL) quem renunciou para passar a liderança a Eduardo. Ele está fora desde fevereiro; a última presença em plenário foi 13 de março. Isso é representação parlamentar ou expediente partidário para driblar regras?

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Sem considerar licença, Eduardo tem 20 faltas não justificadas em 33 sessões. Pela Constituição, faltar a 1/3 das votações pode levar à perda do mandato. A escolha da oposição fere o espírito da regra ou expõe um vazio legal?

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Além da contagem de presenças: ele tem usado os EUA para pressionar o governo americano em questões que tocam o Brasil e seu pai, Jair Bolsonaro. Quando interesses pessoais e diplomacia se misturam, quem garante o interesse público?

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Partidos podem usar cargos e regalias para proteger aliados. Isso é estratégia legítima ou favorecimento que mina a renovação democrática? Não seria hora de regulamentar licenças e liderança para proteger a representação?

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E os eleitores de São Paulo — ou de qualquer base — ficaram sem voz ativa no plenário. Que mensagem isso envia sobre igualdade de acesso à política e a responsabilidade dos titulares eleitos diante da população?

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Reflexão final: queremos regras que privilegiem mandato e prestação de contas ou atalhos que preservam privilégios? Lembre: 20 faltas em 33 sessões e uma liderança nomeada à distância — é reforma ou retrocesso?

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