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A estação em Taguatinga pode levar 11 mil pessoas/dia ao metrô — mas ainda faltam respostas sobre prazo, custo e o que travou a entrega. 🚇

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🚇 Mais de 10 anos após o início das obras, a Estação Onoyama, em Taguatinga, ainda não recebe passageiros. Agora, o Metrô-DF abriu nova licitação para tentar concluir a estrutura — com orçamento inicialmente em sigilo. 🧵

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A estação fica entre a Praça do Relógio e o Centro Metropolitano, no eixo que conecta Taguatinga a Ceilândia. É uma área já atendida pelo metrô, mas que segue sem uma parada prometida há anos — um retrato de como obra incompleta também reduz o alcance da rede.

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O edital não é para “ajustes finais”. A empresa vencedora terá de elaborar projetos e executar obras civis, arquitetônicas, urbanização, instalações prediais e sistemas essenciais. Se ainda há tanta etapa pela frente, a pergunta é: em que ponto real essa obra ficou parada?

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O Metrô-DF projeta que a Onoyama acrescente cerca de 11 mil usuários por dia ao sistema. É um impacto potencial relevante: mais acesso a emprego, estudo e serviços sem depender do carro. Mas projeção não substitui cronograma, operação segura e entrega efetiva.

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O custo estimado ficará sob sigilo até a fase de julgamento das propostas, regra prevista nas licitações da companhia. Isso pode proteger a competição, mas não encerra o debate: após uma década, a população precisa saber quanto já foi gasto, quanto falta e por que houve atrasos.

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Mobilidade urbana não se mede apenas por trilhos construídos, mas por estações abertas e úteis no cotidiano. A Onoyama pode aliviar deslocamentos e ampliar a integração de Taguatinga e Ceilândia; até lá, permanece a conta mais importante: transparência, prazo e responsabilidade na execução.

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