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🔍 Proposta exige 5 anos de atividade nas redes como condição para entrar nos EUA — impacto vai além da segurança. 🧭

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EUA podem exigir que turistas apresentem os últimos 5 anos de atividade nas redes sociais antes de entrar no país 🇺🇸🧵 — proposta do governo divulgada a 6 meses da Copa do Mundo coloca privacidade e viagens em confronto.

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O plano — ligado ao Departamento de Segurança Interna — amplia checagens já feitas por agentes na fronteira. Na prática: o que conta como “atividade”? Posts, curtidas, mensagens privadas? A ambiguidade abre espaço para discricionariedade e vieses.

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Do ponto de vista legal, fronteira = zona de menor proteção, mas isso não elimina riscos: jornalistas, ativistas, imigrantes e trabalhadores temporários podem ser desproporcionalmente afetados. Precisamos perguntar: quem fiscaliza o fiscal?

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Tecnicamente, como provar 5 anos de 'atividade'? Exportar dados, capturas, dar senhas? Plataformas como Facebook, Twitter/X e TikTok teriam papel forçado nessa lógica — e isso levanta questões sobre responsabilidade das empresas e regulação de dados.

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Timing político importa: anúncio a 6 meses da Copa do Mundo combina discurso de segurança com mensagem interna. Isso pressiona comunidades já vulneráveis e concentra ainda mais poder executivo sobre quem pode entrar e por quê.

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Reflexão final: medidas de controle são legítimas, mas devem vir com limites claros, supervisão democrática e garantias de proteção a direitos. Exigir 5 anos de histórico digital é solução proporcional ou nova forma de vigilância? Pensemos antes de normalizar.

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