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O Tesouro americano redesenhou as regras para investimentos no exterior: Venezuela sai da lista, enquanto China, Rússia e setores estratégicos seguem no radar. 💼🌎

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Os EUA vão suspender restrições ligadas a investimentos na Venezuela, segundo proposta do Tesouro americano. 💼🇻🇪 A mudança tira o país da lista da Lei COINS — mas não significa passe livre para qualquer negócio. 🧵

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A regra faz parte da COINS Act, lei aprovada em 2025 para monitorar — e, em alguns casos, barrar — investimentos de empresas e pessoas dos EUA no exterior quando houver risco à segurança nacional.

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Antes, o programa tinha foco principalmente na China. Agora, a lista alcança também Cuba, Irã, Coreia do Norte e Rússia. A Venezuela entrou no texto por estar vinculada ao governo de Nicolás Maduro.

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O Tesouro diz que retirou a Venezuela porque o governo Maduro “não existe mais” e o atual governo, liderado por Delcy Rodríguez, não se enquadraria na definição legal. Ainda assim, investimentos em certas empresas venezuelanas podem continuar sob análise.

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Na prática, isso muda o mapa de risco para multinacionais, bancos e fundos. Investir fora dos EUA deixa de ser só uma decisão de retorno financeiro: em áreas sensíveis, passa também pelo crivo de Washington.

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Biotecnologia entrou entre os setores restritos, e o Tesouro ganhou poder para incluir outros. O recado é claro: tecnologia, dados e cadeias produtivas estratégicas viraram parte central da disputa econômica global.

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A consulta pública fica aberta até 7 de dezembro. Entre flexibilizar relações com alguns países e manter controle sobre tecnologia estratégica, os EUA mostram que investimento internacional virou ferramenta de política econômica — não só de mercado.

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