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Ex-assessor do Tribunal de Justiça do RS está sob investigação por golpe financeiro que lesou investidores 💼📉

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Ex-assessor do TJRS é alvo de investigação por pirâmide financeira 🧵 Delegado Juliano Ferreira, da 8ª DP de Porto Alegre, aponta promessa de 30% a 50% de lucro em até seis meses; inquérito já registrou 10 vítimas. Investigação em andamento.

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Como funcionava: investigados pagavam 'lucros' aos primeiros investidores com dinheiro de novos aportes — descrição clássica de pirâmide. Exemplo citado: quem aplicava R$10 mil recebia R$13 mil inicialmente, atraindo mais vítimas.

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Empresa usada no golpe estava ativa no papel, porém inoperante na prática — segundo a delegacia, servia para dar aparência de legitimidade. Não há registro de licitações com órgãos públicos; o uso foi apenas para atrair confiança.

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Impacto financeiro: uma das vítimas perde cerca de R$1 milhão; houve depósitos únicos de R$500 mil a R$1 milhão. Inquérito já tem 10 vítimas registradas, mas número pode crescer conforme novas denúncias surgirem.

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Perspectiva institucional: trata-se de caso sensível por envolver ex-assessor do TJRS — risco reputacional para instituições públicas. Investigações reforçam necessidade de transparência sobre vínculos e atuação de ex-servidores.

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Dimensão política e social: além da repressão policial, especialistas apontam necessidade de regulação mais efetiva, educação financeira e proteção às pessoas mais vulneráveis, que costumam ser as maiores vítimas nesses esquemas.

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Reflexão final: promessa de 30%–50% em seis meses e pagamentos iniciais atraentes são sinais clássicos de fraude. Dados oficiais já apontam perdas milionárias — acompanhar o inquérito e ampliar prevenção são medidas urgentes.

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