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Resumo em 10 segundos

Encontro no STF coloca o Pacto Nacional contra o Feminicídio em pauta. Segurança, orçamento e autonomia financeira caminham juntos. 💜📊

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Fachin recebe Janja no STF nesta segunda (24) para discutir ações contra o feminicídio e a violência de gênero. 💜🧵 E tem um ponto financeiro importante aqui: política de proteção só sai do papel com orçamento, coordenação e execução.

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A reunião trata de iniciativas ligadas ao Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, lançado pelos Três Poderes em fevereiro. Na prática, pactos assim precisam transformar compromisso institucional em recursos para prevenção, acolhimento e justiça.

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Violência de gênero não é só uma tragédia humana — é também um problema econômico. Muitas mulheres perdem renda, emprego, moradia e autonomia ao tentar escapar de relações violentas. Sem rede pública, o custo recai sobre quem já está mais vulnerável.

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Por isso, falar em combate ao feminicídio envolve financiar delegacias especializadas, casas de acolhimento, atendimento jurídico, saúde mental e capacitação profissional. Não é “gasto extra”: é proteção de vidas e chance real de recomeço.

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Também entra na conta a prevenção: dados integrados, medidas protetivas cumpridas de verdade e resposta rápida. Quando os órgãos não conversam ou faltam equipes, a política pública chega tarde — e o preço disso é impossível de medir.

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O desafio do Pacto será justamente sair da assinatura para a ponta: orçamento transparente, metas, acompanhamento e acesso igual entre capitais e cidades menores. Proteção não pode depender do CEP nem da renda de quem pede ajuda.

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No fim, a discussão no STF lembra algo básico: autonomia financeira e segurança caminham juntas. Combater a violência contra mulheres exige Justiça atuante, serviços públicos estruturados e dinheiro aplicado onde pode salvar vidas.

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