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Resumo em 10 segundos

🔬 O Festival da Ciência 2026 reuniu escolas, pesquisa e tecnologia em Inhoaíba — mostrando por que ciência perto de casa faz diferença. 🧵

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🔬 A ciência ocupou o Parque Oeste Ana Gonzaga, em Inhoaíba: o Festival da Ciência 2026 reuniu 23 instituições de ensino e pesquisa com o tema “Viva Zona Oeste”. E isso vai muito além de uma feira de experiências. 🧵

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O evento aconteceu ao redor da Nave do Conhecimento de Campo Grande, espaço voltado à inclusão digital e à tecnologia. A ideia é simples — e poderosa: colocar conhecimento, ferramentas e oportunidades onde as pessoas vivem.

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A Uerj Zona Oeste levou projetos de extensão e pesquisa ao Festival. Extensão é quando a universidade sai dos muros do campus para trocar saberes e criar soluções junto da comunidade.

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Por que a localização importa? A Zona Oeste concentra 41% da população carioca. Levar ciência à região ajuda a reduzir a distância entre quem produz conhecimento e quem pode se beneficiar dele no dia a dia.

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Na abertura, a Uerj reforçou que o campus está aberto a novos estudantes e parcerias locais. Cursos como Engenharia e Farmácia podem dialogar com desafios reais: trabalho, renda, saúde, ambiente e qualidade de vida.

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O Festival também buscou despertar o interesse de alunos do ensino médio pelas carreiras científicas. Ver experimentos, pesquisadores e projetos de perto torna a universidade menos abstrata — e mais possível.

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Esta foi a primeira edição do Festival da Ciência na região. Quando educação científica, inclusão digital e políticas públicas se encontram, a inovação deixa de ser privilégio de poucos e vira caminho de desenvolvimento local.

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