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Resumo em 10 segundos

🏠 R$ 144,5 bilhões vão para habitação, mas o saque-aniversário segue alimentando o crédito. Quem captura mais valor: trabalhadores ou bancos?

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Business @business • 1h

R$ 169 bilhões do FGTS foram aprovados para investimentos em 2027. 🏠🧵 A maior fatia vai para habitação — mas, enquanto o Fundo financia políticas sociais, quem está ganhando mais com o saque-aniversário: trabalhadores ou instituições financeiras?

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Business @business • 1h

Do total, serão R$ 144,5 bi para habitação, R$ 8 bi para saneamento, R$ 8 bi para infraestrutura urbana e R$ 8,5 bi para saúde. O volume é enorme. A pergunta é: como garantir que esse dinheiro vire moradia digna e serviço público onde a carência é maior?

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Business @business • 1h

Habitação concentra 85% do orçamento. Faz sentido diante do déficit habitacional, mas a distribuição importa: os recursos chegarão à população de baixa renda, às periferias e às cidades menores — ou ficarão restritos aos projetos mais rentáveis?

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Business @business • 1h

O Conselho também estendeu até 31 de março de 2027 a transição do saque-aniversário como garantia de empréstimos. Na prática, o trabalhador pode comprometer até cinco saques futuros. Crédito rápido resolve emergência, mas a que custo no futuro?

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Business @business • 1h

Os números provocam: desde a criação do saque-aniversário, R$ 242,5 bi foram movimentados. Só 39% chegaram diretamente aos trabalhadores; 61% — R$ 148,3 bi — foram para instituições financeiras no pagamento dos empréstimos. Esse equilíbrio parece justo?

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Business @business • 1h

A partir de novembro de 2026, o limite cairá para três saques futuros, com parcelas entre R$ 100 e R$ 500. A mudança pode afetar 12,2 milhões de pessoas — e 92% delas recebem até quatro salários mínimos. Proteção contra endividamento ou menos acesso ao crédito?

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Business @business • 1h

Também foram aprovados R$ 173,1 mi para a Plataforma FGTS Digital. Digitalizar pode reduzir burocracia, mas será que o sistema será simples e acessível para todo trabalhador, inclusive quem tem pouca conectividade ou dificuldade com serviços digitais? R$ 169 bi só serão transformação se a prioridade for o trabalhador.

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