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🔍 Governo retira subsídio do diesel e aponta corte na gasolina — medida imediata que pode afetar caminhoneiros, famílias e a transição energética 🧭

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Governo anuncia retirada do subsídio do diesel e indica corte no benefício à gasolina ⚠️🧵 Assinou portaria com efeitos imediatos, publicada a partir de quarta. Em poucas horas uma promessa técnica vira drama nas estradas e nos bolsos. Vou contar o que está por trás e quem pode perder — e ganhar — com essa decisão.

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A cena começa no gabinete: a portaria busca reduzir gasto público e alinhar preços aos mercados. Mas medida imediata é um choque. Há justificativa fiscal, sim, mas sem plano de transição social cortes amplos atingem quem vive de margem apertada — e amplificam desigualdades.

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Nas rodovias, caminhoneiros calculam custos; empresas de transporte repassam valores; mercados observam pressões que podem subir preços de alimentos. A narrativa é previsível: aumento no frete vira aumento no carrinho de compras, com impacto maior para famílias de baixa renda.

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Política é negociação: estados e prefeituras podem reclamar, a oposição já se move e movimentos sindicais acompanham. Há alternativas concretas — direcionar compensações aos mais vulneráveis, taxar lucros extraordinários das distribuidoras e regular concentração no setor —, que reduzem o impacto social.

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Essa ruptura também abre uma janela para a transição: acelerar ônibus elétricos, investir em biocombustíveis sustentáveis e melhorar logística para reduzir custos. Se a política pública for estratégica, cortes podem virar alavanca para sustentabilidade e proteção ao trabalho.

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A portaria entra em vigor na quarta. Resta saber: será ajuste fiscal que aperta a população ou ponto de virada para políticas mais justas e verdes? A escolha do governo — entre medidas compensatórias e cortes gerais — vai definir quem arcará com a conta.

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