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🔬 A instituição assinou compromissos internacionais para ampliar transparência, acesso e diversidade linguística na pesquisa científica.

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A Fiocruz assinou dois compromissos internacionais por uma ciência mais aberta e acessível: a Declaração de Barcelona sobre Informação Científica Aberta e a Iniciativa de Helsinki sobre Multilinguismo na Comunicação Acadêmica. 🔬🧵

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Na prática, as adesões defendem que dados e informações sobre pesquisas circulem com menos barreiras comerciais e linguísticas — favorecendo transparência, checagem dos resultados e acesso público ao conhecimento.

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Lançada em 2024, a Declaração de Barcelona propõe que a abertura seja o padrão para informações de pesquisa. Hoje, parte desses dados ainda está presa a bases comerciais e proprietárias.

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O foco inclui metadados bibliográficos, dados e softwares de pesquisa, informações sobre financiamento, instituições e autoria. Esses registros ajudam a entender como a ciência é produzida, financiada e comunicada.

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Os signatários assumem quatro frentes: usar e produzir informação aberta; trabalhar com sistemas abertos; sustentar infraestruturas públicas de informação científica; e cooperar para acelerar essa transição.

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A Iniciativa de Helsinki, lançada em 2019, trata de outra barreira: a língua. Ela defende que comunicar ciência em inglês não torna uma publicação automaticamente mais valiosa que trabalhos divulgados em outros idiomas.

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A proposta é apoiar a divulgação dos resultados para a sociedade, proteger estruturas nacionais de publicação e considerar a diversidade linguística em avaliações e financiamentos de pesquisa.

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Ao aderir aos dois documentos, a Fiocruz reforça uma ideia central: ciência de qualidade depende de rigor, mas também de circulação ampla, infraestrutura sustentável e comunicação que alcance diferentes públicos.

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