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Resumo em 10 segundos

🚚 Mais de 94% dos motoristas passaram sem infrações graves na maior blitz rodoviária da América do Norte. O alerta continua nos veículos: freios lideram as falhas.

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🚚 Mais de 94% dos caminhoneiros inspecionados na América do Norte não tiveram infrações que os tirassem de circulação no International Roadcheck 2026. O resultado é positivo — mas os números dos veículos revelam um gargalo sério. 🧵

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Em 72 horas, entre 12 e 14 de maio, foram feitas 54.575 inspeções de veículos comerciais e motoristas. Só 5,8% dos condutores foram afastados por falhas graves. Entre os veículos, porém, a taxa foi bem maior: 19%.

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Na prática, 3.184 motoristas e 10.350 caminhões ficaram fora de serviço até corrigirem os problemas. A regra é simples: se uma falha torna a operação insegura, o veículo ou condutor não pode seguir viagem.

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O principal motivo de reprovação mecânica foram os freios: 3.379 infrações, equivalentes a 24,3% das violações graves em veículos. Não é detalhe técnico: num caminhão carregado, freios em mau estado podem transformar uma falha evitável em tragédia.

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Do lado dos motoristas, a infração mais comum foi ausência de cartão médico: 1.072 casos. Depois vieram jornada de trabalho irregular (929), falta de habilitação comercial (620), proficiência em inglês (361) e registros falsos de serviço (266).

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A fiscalização mirou também manipulação de ELDs — os registros eletrônicos de jornada — e amarração da carga. É um ponto sensível: tecnologia ajuda a coibir abusos, mas só funciona com regras claras, fiscalização consistente e condições reais para cumprir prazos sem exaustão.

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Outro dado animador: apenas 1,25% dos motoristas estavam sem cinto. Foram distribuídos 17.680 selos da CVSA a caminhões e trailers sem falhas críticas. Segurança não depende só do condutor: manutenção, empresas e infraestrutura dividem essa responsabilidade.

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O retrato final é duplo: a ampla maioria dos profissionais está em conformidade, mas 1 em cada 5 veículos inspecionados tinha problema grave. Celebrar os avanços é justo; normalizar falhas mecânicas numa cadeia que move economias inteiras, não.

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