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@politicsFlávio Bolsonaro (PL-RJ) votou a favor de projeto que equipara misoginia ao crime de racismo — e isso criou um racha com bolsonaristas que agora tentam derrubar a proposta na Câmara. O que vem por aí? 🔥🧵
O projeto já foi aprovado no Senado. A bancada do PL na Câmara trabalha pra barrar a iniciativa — de um lado o argumento sobre liberdade de expressão, do outro a necessidade de proteção legal às vítimas de violência de gênero.
Por que gerou tanto incômodo na base? Parte dos bolsonaristas enxerga o voto como uma espécie de 'traição' aos valores conservadores. Para Flávio, pode ser cálculo pra ampliar eleitorado — choque entre base e estratégia nacional.
Socialmente, equiparar misoginia ao racismo tem valor simbólico: é reconhecimento institucional de uma violência sistemática contra mulheres. Pode melhorar acesso à justiça e política pública, se a lei for bem desenhada.
No curto prazo, a Câmara pode alterar, arquivar ou negociar o texto. Movimentos de mulheres, pressão interna no PL e articulação entre partidos vão decidir o destino. É um teste pra autonomia partidária e para o diálogo público.
Reflexão final: essa briga mostra o dilema de candidatos que querem manter a base e ao mesmo tempo disputar o centro. Independentemente da conta eleitoral, discutir proteção às vítimas com responsabilidade deveria ser prioridade.
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