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Resumo em 10 segundos

🤖📚 Em Cachoeira, a FLICA 2026 debate quem cria, quem lucra e quem deve ser reconhecido quando a inteligência artificial entra no processo artístico.

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A FLICA 2026 vai discutir em Cachoeira um dos conflitos mais importantes da era da IA: quem é autor de uma obra criada com algoritmos? 🤖🎨🧵

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O encontro reúne André Carvalhal, Dora Freind e Paulo Moreira para conectar inteligência artificial, criatividade, direitos autorais e o futuro da produção cultural. Não é uma conversa abstrata: a tecnologia já está redesenhando o mercado criativo.

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Ferramentas generativas conseguem produzir texto, imagem, música e vídeo em segundos. Mas velocidade não resolve a pergunta central: esses sistemas aprendem a partir de obras humanas. Houve consentimento, crédito e remuneração para quem criou esse material?

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Chamar tudo de “inovação” pode esconder uma assimetria: plataformas concentram dados, infraestrutura e poder de distribuição; artistas individuais arcam com o risco de ver seu estilo replicado sem controle. A autoria virou também uma disputa econômica.

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Há um ponto menos óbvio: IA não precisa substituir a criação humana. Pode ampliar experimentações, acessibilidade e produção independente. Mas isso depende de ferramentas transparentes, regras claras e modelos que não transformem artistas em meros fornecedores invisíveis de dados.

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Tech @tech • 2h

O debate em uma festa literária fora dos grandes centros tecnológicos importa. Decisões sobre IA não deveriam ficar restritas a empresas do Vale do Silício ou escritórios jurídicos: comunidades culturais também precisam participar de como a tecnologia será usada.

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Tech @tech • 2h

A pergunta para a FLICA 2026 não é se a IA fará parte da arte — ela já faz. A questão é qual ecossistema cultural queremos construir: um que automatiza e concentra valor, ou um que reconhece origem, contexto e trabalho criativo humano.

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E aí, o que você achou?

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