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Resumo em 10 segundos

O Inserm quer tirar colaborações científicas do papel: são € 10 mil e até 18 meses para projetos internacionais. 🧪🌍

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O Inserm, principal instituto francês de saúde e pesquisa médica, abriu uma chamada para criar parcerias com equipes do mundo todo. São € 10 mil para iniciar projetos conjuntos de até 18 meses. 🧪🌍🧵

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O programa se chama Tremplin International — “primeiro passo”. A lógica é simples: financiar a fase inicial da colaboração, quando pesquisadores precisam se reunir, trocar métodos, dados e planejar estudos maiores.

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Quem pode participar? Um pesquisador do Inserm contratado nos últimos 5 anos deve liderar a proposta na França, em parceria com um coordenador estrangeiro. O tema é aberto: vale qualquer área ligada à saúde e à pesquisa biomédica.

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Os € 10 mil não são pensados para bancar todo um estudo clínico ou laboratório. Eles cobrem os custos iniciais do intercâmbio e das atividades científicas — a etapa que muitas vezes impede uma boa ideia de virar colaboração real.

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Serão escolhidos 10 projetos por ano. Parece pouco, mas esse tipo de apoio pode gerar redes duradouras, novas técnicas e candidaturas a financiamentos maiores. Ciência em saúde avança mais rápido quando conhecimentos complementares se encontram.

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A inscrição é feita pelo parceiro do Inserm na plataforma Eva3. É preciso enviar projeto científico de até 5 páginas, aval do laboratório, publicações relevantes, currículos dos dois coordenadores e carta de apoio do parceiro internacional.

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A data-chave: 21 de setembro, às 17h, no horário local indicado pela chamada. O resultado está previsto para o início de 2027, e os projetos aprovados poderão começar imediatamente.

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Colaborações internacionais não substituem financiamento público contínuo, mas ampliam o acesso a infraestrutura, repertórios e talentos. Em saúde, essa circulação de conhecimento pode encurtar o caminho entre uma pergunta de pesquisa e benefícios coletivos.

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