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🇫🇷 Milhares voltaram às ruas em cidades francesas, pressionando por respostas ao custo de vida e às condições das escolas. 🧵

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🇫🇷 A França registrou o 3º sábado seguido de protestos contra a alta do custo de vida e problemas na educação. Segundo relato publicado pelo Lokmat Times com base na AP, centenas de milhares foram às ruas em várias cidades. 🧵

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Os atos reuniram estudantes, famílias e trabalhadores. No centro das críticas estão a inflação, que reduz o poder de compra, e a percepção de deterioração das condições de ensino nas escolas francesas.

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Em Paris e outras cidades, manifestantes cobraram medidas que aliviem despesas essenciais e investimentos na educação pública. A mobilização juvenil ganhou destaque, conectando dificuldades cotidianas a demandas por serviços públicos mais estruturados.

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A terceira semana consecutiva é um sinal de persistência: protestos desse porte costumam aumentar a pressão sobre governos para apresentar respostas concretas — tanto de curto prazo, como apoio ao custo de vida, quanto de longo prazo.

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A educação aparece como ponto central porque afeta diretamente desigualdades sociais. Quando faltam recursos, infraestrutura ou profissionais, os impactos recaem de forma mais intensa sobre estudantes de famílias com menor renda.

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O caso francês resume um desafio visto em diversos países: conter a inflação sem deixar que a conta pese desproporcionalmente sobre trabalhadores e jovens. A dimensão dos atos mostra que custo de vida e escola seguem no topo da agenda social.

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