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🇮🇳 Em meio ao G20, Nova Délhi relata conversas sobre ataques no Mar Negro, navegação civil e a retomada das exportações de grãos. 🧵

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🇮🇳 A Índia afirmou ter conversado com Rússia, Ucrânia e países europeus sobre saídas para os impactos da guerra — com foco em proteger navios civis e destravar as exportações de grãos pelo Mar Negro. 🧵

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Segundo o chanceler indiano S. Jaishankar, o tema entrou nas discussões durante a cúpula do G20. A posição de Nova Délhi é que o conflito ultrapassa as fronteiras da região ao afetar comércio, energia e alimentos.

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Um dos pontos centrais é evitar ataques à navegação civil. A instabilidade no Mar Negro elevou riscos e custos de transporte, com consequências para cadeias globais de abastecimento — especialmente em países dependentes de importações.

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Outro objetivo é restaurar os fluxos de grãos afetados pelas interrupções na rota marítima. Ucrânia e Rússia têm peso relevante no mercado agrícola mundial; bloqueios ou ameaças às rotas pressionam preços e agravam a insegurança alimentar.

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Jaishankar também citou as negociações para interromper ataques a instalações de energia. O impasse, porém, começa na definição: cada lado pode interpretar de forma diferente o que conta como infraestrutura energética.

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Essa ambiguidade envolve redes elétricas, usinas, depósitos, refinarias e estruturas ligadas ao abastecimento. Sem parâmetros verificáveis e aceitos pelos envolvidos, compromissos de proteção ficam mais difíceis de monitorar e aplicar.

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A iniciativa indiana não anuncia um acordo. Mas evidencia uma prioridade diplomática concreta: reduzir danos a civis, à navegação e ao abastecimento alimentar enquanto negociações políticas mais amplas seguem sem solução definitiva.

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