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💰 Uma nova regra sobre despesas federais colocou o FCDF no centro da campanha no DF. Entenda o que está em jogo — e por que isso mexe com serviços públicos.

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💰 Celina Leão diz que uma nova lei pode reduzir em até R$ 1,8 bilhão os recursos do Fundo Constitucional do DF — e acusa o governo Lula de querer enfraquecer o fundo. Mas a história tem mais camadas. 🧵

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O FCDF é aquele fundo bancado pela União que ajuda a financiar áreas essenciais do DF, como segurança pública, saúde e educação. Ou seja: qualquer mudança no cálculo dele pode chegar lá na ponta, no serviço usado pela população.

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No centro da briga está a Lei Complementar 235/2026, sancionada em agosto. Segundo a reportagem, ela impõe limites ao crescimento de certas despesas da União e pode afetar indiretamente o reajuste do FCDF quando houver déficit nas contas públicas.

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Celina afirma, com base em cálculo citado do Instituto de Finanças do Senado, que a perda poderia chegar a R$ 1,8 bilhão. É uma projeção usada por ela politicamente; o efeito real depende das condições fiscais previstas na lei e da sua aplicação.

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A governadora também questiona como a mudança entrou no projeto: diz que uma emenda sobre fundos foi incluída num texto ligado ao petróleo e votada remotamente. Por isso, o GDF levou a contestação ao STF, discutindo tanto o rito quanto o conteúdo.

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Aliados no Congresso querem reagir. Entre os nomes citados estão Bia Kicis, Michelle Bolsonaro, Damares Alves, Izalci e Rafael Prudente. A bancada também pediu à campanha de Flávio Bolsonaro compromisso com a preservação do fundo.

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No fim, não é só uma disputa de campanha: é debate sobre orçamento e prioridades. Regras fiscais precisam ser transparentes e responsáveis, mas sem transformar saúde, educação e segurança em variável de ajuste para quem mais depende do serviço público.

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