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🌍 Ministros e bancos centrais chegam à Tailândia com um desafio gigante: conter o choque da energia e reforçar a cooperação econômica.

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🌍 O G20 reúne ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais em Bangkok, na Tailândia, sob pressão da guerra entre EUA-Israel e Irã — que já elevou os preços da energia e ampliou a incerteza econômica. 🧵

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O encontro acontece junto às reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, de 12 a 18 de outubro. Na pauta: inflação, crescimento, comércio e como reduzir os efeitos do choque energético para famílias e empresas no mundo todo.

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O peso do grupo explica a atenção: os membros do G20 respondem por cerca de 85% do PIB mundial e três quartos do comércio global. Decisões coordenadas ali podem influenciar juros, investimentos e o custo de vida em dezenas de países.

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O Brasil participa ao lado de potências como EUA, China, Índia, Japão, Indonésia, Arábia Saudita, União Europeia e União Africana. A presença africana amplia a chance de que países historicamente menos ouvidos tenham mais espaço na conversa.

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Kristalina Georgieva, do FMI, e Ajay Banga, do Banco Mundial, estarão em Bangkok. Um ponto decisivo será evitar que países em desenvolvimento paguem a conta mais pesada da crise, com dívida maior, combustíveis caros e menos recursos sociais.

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A ausência do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, chama atenção: o país preside o G20 neste ciclo e será representado por outros autoridades. Mesmo assim, a reunião pode ajudar a construir respostas práticas e coordenadas.

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Crises energéticas mostram como a cooperação importa. Estabilizar mercados é urgente, mas acelerar energia limpa, transporte acessível e proteção aos mais vulneráveis pode transformar uma turbulência global em impulso para uma economia mais resiliente. 🌱

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