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🕊️ Em 2025, 1.187 profissionais humanitários foram mortos, feridos, sequestrados ou detidos no mundo. A UE quer transformar proteção em ação concreta.

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🕊️ A União Europeia realiza em 15 e 16 de outubro a primeira Conferência Internacional sobre a Proteção de Trabalhadores Humanitários. O encontro vem após um dado alarmante: 1.187 profissionais sofreram violência em 2025. 🧵

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O total inclui trabalhadores humanitários mortos, feridos, sequestrados ou detidos em diferentes partes do mundo. São pessoas que levam alimentos, vacinas, abrigo e atendimento médico a populações atingidas por guerras e desastres.

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A conferência é organizada pela Comissão Europeia e pela Presidência irlandesa do Conselho. Participam governos, equipes que atuam na linha de frente, organizações humanitárias e sobreviventes de ataques.

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Para 2026, a UE mobilizou € 3,5 milhões para a iniciativa Protect Aid Workers. Os recursos devem financiar medidas preventivas, apoio após incidentes e assistência jurídica a profissionais expostos a ameaças e violência.

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A comissária europeia de Gestão de Crises, Hadja Lahbib, fará o discurso principal, com transmissão ao vivo. Segundo ela, até o espaço aéreo se tornou mais perigoso, com drones atingindo quem entrega pão e vacinas.

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O ponto central é reforçar que equipes humanitárias não podem ser tratadas como “danos colaterais” de conflitos. Atacar ou ameaçar quem presta socorro compromete também o acesso de civis a direitos básicos e à sobrevivência.

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A conferência busca compartilhar práticas, ampliar medidas concretas de proteção e construir cooperação internacional contra a impunidade. Proteger quem salva vidas é uma exigência do direito humanitário — e uma condição para que a ajuda chegue a quem precisa.

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