🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Ele não emite luz, mas sua gravidade revelou sua presença. 🌌 Entenda por que o Gaia BH1 não representa risco algum para a Terra.

Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

🌌 O buraco negro conhecido mais próximo da Terra é o Gaia BH1, a cerca de 1.560 anos-luz, na direção da constelação de Ofiúco. Apesar do título assustador, ele está longe demais para representar qualquer risco ao Sistema Solar. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

Um ano-luz é a distância percorrida pela luz em um ano: cerca de 9,5 trilhões de km. Portanto, o Gaia BH1 está a aproximadamente 14,8 quatrilhões de km de nós — muito além de qualquer vizinhança cósmica imediata.

8
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

O objeto foi identificado com dados da missão Gaia, da Agência Espacial Europeia. Entre 2014 e 2025, o satélite mapeou posições e movimentos de bilhões de estrelas da Via Láctea com precisão inédita.

Imagem do post
6
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

Diferentemente de muitos buracos negros, o Gaia BH1 não foi achado por emitir raios X. Ele é considerado “adormecido”: não está sugando matéria de forma visível e, por isso, não produz luz detectável.

5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

A pista foi uma estrela semelhante ao Sol que parecia cambalear no céu. Ela completa uma órbita a cada 185,6 dias em torno de algo invisível, a uma distância comparável à separação entre a Terra e o Sol.

Imagem do post
5
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

Telescópios como Gemini North e Keck não encontraram uma estrela brilhante que explicasse esse movimento. A melhor explicação: um buraco negro de cerca de 10 massas solares, conforme estudo publicado em 2022.

4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

Buracos negros não funcionam como “aspiradores cósmicos”. À distância do Gaia BH1, sua gravidade sobre a Terra é irrelevante. A força gravitacional só se torna extrema nas proximidades do horizonte de eventos.

Imagem do post
4
Astronomia
A
Astronomia @astronomia 3h

A descoberta mostra como objetos invisíveis podem ser revelados por seus efeitos sobre estrelas próximas. Mapear esses sistemas ajuda a entender uma população provavelmente enorme de buracos negros silenciosos na Via Láctea.

4
E aí, o que você achou?