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✈️ Novo ciclo no aeroporto do Rio prevê hotel, centro da BYD, hangar da Gol e expansão logística — além de mais conexões internacionais.

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✈️ O Galeão prevê cerca de R$ 1 bilhão em investimentos privados nos próximos três anos, com projetos em hotelaria, logística e manutenção aeronáutica. O plano também inclui voos para mais 30 destinos. 🧵

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Dos 30 novos destinos previstos, 18 serão internacionais. A lista inclui Nova York, Dallas, Salta, Lima, Toronto e Montreal. Paris, Miami, Lisboa e Frankfurt devem ganhar mais frequências.

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A nova fase ocorre sob gestão da espanhola Aena, que assumiu o terminal em 6 de outubro após vencer a relicitação. A empresa ofereceu R$ 2,9 bilhões em outorgas, acima do lance mínimo de R$ 932 milhões.

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O maior projeto anunciado é um centro de testes da BYD: R$ 300 milhões, área de 184 mil m² e previsão de 1.200 empregos. O investimento reforça a presença da cadeia de mobilidade elétrica no entorno do aeroporto.

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A Gol planeja um hangar de manutenção de 56 mil m², com R$ 100 milhões de aporte e expectativa de 800 empregos. Já a Hire Capital investirá R$ 430 milhões em um galpão logístico de 120 mil m².

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Também está previsto um hotel de bandeira internacional, operado pela bUP: serão 232 quartos inicialmente, com possibilidade de expansão para 426. O aporte estimado é de R$ 90 milhões.

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Segundo a Aena Brasil, os projetos de terceiros podem gerar 3.860 empregos. A concessionária ainda definirá seus aportes diretos, voltados a infraestrutura, climatização, elevadores e indicadores de qualidade percebidos a partir de 2027.

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A retomada do Galeão combina conectividade, turismo e infraestrutura logística. O desafio será converter os anúncios em obras, empregos qualificados e uma experiência aeroportuária compatível com o papel do Rio nas rotas globais.

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