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A ideia é ampliar centros cirúrgicos estaduais e complementar pagamentos à rede privada. Mas ainda faltam valores, metas e prazos. 🏥

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Anthony Garotinho (Republicanos) prometeu ampliar cirurgias no RJ, usar centros cirúrgicos também à noite e contratar a rede privada para reduzir as filas do SUS. 🏥🧵

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A proposta tem dois caminhos: aumentar a produção nos hospitais estaduais e complementar o valor da tabela do SUS para que hospitais privados façam mais cirurgias, exames e procedimentos especializados.

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O alvo é o Sisreg, sistema de regulação onde pacientes aguardam consultas, exames e cirurgias. Garotinho citou casos de espera superior a 1 ano para cirurgia de hérnia e de meses por exames simples.

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Fazer centros cirúrgicos funcionarem à noite pode aproveitar uma estrutura que já existe — mas depende de equipe completa: cirurgiões, anestesistas, enfermagem, limpeza, leitos e suporte pós-operatório. Não é só abrir a porta.

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Na rede privada, a ideia é pagar uma complementação além da tabela do SUS. O ponto que ficou em aberto: Garotinho não apresentou valores, número de procedimentos, fonte de recursos nem prazo para reduzir a fila.

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Parcerias podem aliviar gargalos em momentos críticos, mas precisam de contratos transparentes, fiscalização e metas públicas. Senão, o dinheiro vai embora sem garantir que quem espera há mais tempo seja atendido primeiro.

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Fila de cirurgia não é só estatística: é gente com dor, sem conseguir trabalhar ou cuidar da família. Reduzir a espera exige financiamento, gestão e atenção básica forte para que o acesso à saúde não dependa do CEP. 🩺

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