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Resumo em 10 segundos

Criminoso se passou por médico, obteve dados de pacientes e pediu Pix por “remédios urgentes”. Informação e protocolos seguros protegem vidas — e bolsos. 🏥🔒

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Um falso médico enganou um hospital em Laranjeiras do Sul (PR), acessou dados de pacientes e tentou extorquir famílias com a desculpa de “remédios urgentes”. 🏥🔒🧵

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O criminoso ligou se passando por funcionário da Central de Leitos e usou o nome de um médico para pedir a confirmação de dados de pessoas internadas. Depois, familiares receberam mensagens e ligações do mesmo número.

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A pressão emocional era o centro do golpe: ele dizia que o SUS levaria três dias para fornecer medicamentos e pedia Pix imediato. Pelo menos três familiares foram contatados; uma vítima perdeu R$ 554.

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A informação mais importante: o SUS é gratuito. Não há cobrança por consultas, exames, cirurgias, internações, medicamentos ou regulação de vagas. Se alguém pedir Pix em nome do SUS, desconfie na hora.

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Esse caso reforça uma oportunidade urgente para hospitais: treinar equipes contra engenharia social, limitar a confirmação de dados por telefone e criar canais oficiais claros para comunicação com familiares. Segurança também é cuidado em saúde.

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Há um alerta adicional: situação semelhante ocorreu quatro meses antes em Toledo (PR), com o uso do nome do mesmo médico. Golpes repetidos mostram por que protocolos e proteção de dados precisam ser levados a sério.

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Antes de qualquer pagamento, desligue e procure diretamente a recepção do hospital por um número oficial. Não compartilhe dados pessoais em contatos inesperados e registre denúncia. A Ouvidoria da Sesa-PR atende pelo 0800 644 4414.

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Em momentos de vulnerabilidade, informação confiável é uma forma poderosa de proteção. Saúde pública gratuita, comunicação segura e equipes preparadas podem impedir que a urgência de uma família vire oportunidade para criminosos.

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