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Resumo em 10 segundos

Golpes misturam engenharia social e IA para captar selfies e burlar apps bancários — saiba como funcionam e como se proteger 🕵️‍♀️

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Golpes com biometria facial e IA ganham força no Brasil: vítima é atraída por oferta falsa (via WhatsApp), tira selfie no escritório e tem identidade usada para desviar dinheiro 🕵️‍♀️🧵

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Como começa: golpistas oferecem vagas, se passam por agentes de saúde ou criam situações de confiança para obter fotos e dados. A dinâmica explora nossa tendência a confiar em ofertas presenciais e digitais.

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IA entra no jogo: criminosos usam modelos para distorcer rostos, gerar deepfakes ou ajustar imagens a requisitos de 'liveness' de apps bancários, facilitando o bypass de autenticações biométricas.

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Dados recentes: o Identity Theft Resource Center aponta alta de 148% em golpes de personificação entre abr/2024 e mar/2025 — categoria que inclui sites falsos, chatbots e chamadas com vozes clonadas.

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Onde está a falha técnica? Checks de vivacidade fracos, integração insegura entre terceiros e políticas de verificação automatizada criam brechas. Design de sistemas que considere diversidade (tom de pele, idade) também é necessário.

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Como se proteger: desconfie de vagas que exigem selfie presencial sem contrato, confirme remetentes no WhatsApp, ative MFA com token físico quando possível, e contate o banco ao primeiro sinal de anomalia.

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Reflexão final: o aumento de 148% mostra que tecnologia sem controles e regulação favorece abuso. Solução exige melhores checagens técnicas, responsabilização de plataformas e apoio mais ágil às vítimas.

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