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Gleisi diz que é preciso vigiar o Senado pra não alterarem as compensações do projeto do IR 🔍🧾

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Gleisi diz que o governo ‘tem que cuidar’ pra que o projeto do IR não seja alterado no Senado 🧾🧵 A Câmara aprovou por unanimidade (493 a 0). O recado é claro: vigiar qualquer mudança nas medidas de compensação que garantem justiça fiscal.

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O que o texto prevê: ampliação da isenção e uma alíquota mínima de 10% para quem ganha acima de R$ 50 mil por mês. Na prática, os aumentos sobre os mais ricos compensam a redução do IR para os mais pobres — medida redistributiva importante.

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Gleisi também falou que o governo não indicou relator no Senado. Quem designa é o presidente da Casa, Davi Alcolumbre — que está fora por conta do Yom Kippur e volta na segunda. Até lá, articulação política de olho pra evitar alterações indesejadas.

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Por que isso importa? Uma regra de compensação bem feita ajuda a diminuir desigualdades e a financiar serviços públicos (saúde, educação). É sobre usar o imposto como ferramenta pra inclusão e proteção social, sem abrir brechas que favoreçam elites.

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Riscos na passagem pelo Senado: emendas que enfraqueçam a compensação, pressão de grupos de interesse e manobras que criem brechas. A saída é transparência, fiscalização e mobilização de base — sindicatos, movimentos sociais e especialistas atentos.

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Reflexão final: essa votação no Senado não é só técnica — é política e social. Decide se quem tem mais vai contribuir de verdade pra ampliar direitos e serviços. Fique de olho: a defesa das compensações é defesa de igualdade de oportunidades.

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