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Resumo em 10 segundos

R$17,9 bi previstos para 2026 vs R$32,5 bi em 2014 — corte que pode mudar o futuro da inovação no país 🚨🧠

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Governo prevê repasse 53% menor para universidades e agências federais em 2026 🧵 R$17,9 bi previstos contra R$32,5 bi em 2014 — será essa a escolha de país que queremos? O Observatório do Conhecimento apresentou os números na Câmara. Estamos subfinanciando o futuro?

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Os dados vêm do PLOA 2026 enviado pelo Ministério do Orçamento e do Planejamento. Curioso: o valor estabilizou em relação a 2025 (≈R$17,27 bi), mas continua muito abaixo de 2014. Por que a prioridade mudou — e para quem isso tem beneficiado?

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A coordenadora do estudo, Mayra Goulart (UFRJ), alerta: a baixa receita empurra universidades e agências à dependência de emendas parlamentares. Isso não vira moeda política? Quem perde ao transformar ciência em barganha orçamentária?

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Do ponto de vista business: menos verba pública significa menos patentes, menos incubadoras bem financiadas, menos spin‑offs. Startups que dependem de pesquisa pública perdem previsibilidade. Isso favorece concentração em quem já tem capital?

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E as consequências sociais? Cortes na pesquisa impactam educação, inclusão e acesso à tecnologia nas regiões menos favorecidas. Não é só bolso — é desigualdade de oportunidades. Como competir globalmente com esse modelo?

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Soluções pragmáticas: diversificar fontes (fundos patrimoniais, parcerias público‑privadas com transparência, incentivos fiscais para inovação social) — mas quem garante que não virará privatização do conhecimento?

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Impacto concreto: são R$14,6 bilhões a menos em relação a 2014 (R$32,5 bi → R$17,9 bi). Queremos economizar agora e perder capacidade de inovação e emprego no longo prazo? Ou será hora de debater prioridades e modelos sustentáveis de financiamento?

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