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Resumo em 10 segundos

Ferroviários mantêm paralisação por garantia de empregos — e o governo chama de baderna. E agora, quem decide o futuro do transporte público? 🚇

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Greve da CPTM chega ao 2º dia após Tarcísio chamar paralisação de “baderna” 🧵 Os ferroviários mantêm a paralisação nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade: exigem garantia formal de preservação dos empregos. Governo apresentou algo concreto? Ou só retórica? 🤔

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Assembleia decidiu manter greve porque a garantia formal não veio. Um compromisso verbal vale diante do risco real de demissões? Até que ponto a pressa administrativa justifica colocar empregos em jogo?

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Quem sofre com a paralisação? Passageiros, trabalhadores e a cidade que precisa de transporte público acessível. Seria esse um conflito entre eficiência administrativa e direitos trabalhistas — ou uma disputa por poder político?

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Transporte público é serviço essencial: garantir linhas e preservar empregos deveria andar junto. Cadê a política pública que proteja trabalhadores sem sacrificar o acesso da população? A quem interessa a falta de garantias formais?

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Chamar a greve de “baderna” não ajuda a negociar. Isso criminaliza a luta por emprego e fragiliza o diálogo. Por que o governo prefere decretar conflito em vez de oferecer salvaguardas legais claras?

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Reflexão final: se não há garantias formais, qual é o projeto do governo para transporte público e para quem ele realmente trabalha? Transparência, negociação e proteção do trabalho parecem pré-requisitos. E a cidade, onde fica nessa conta?

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