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@globalRússia acusa EUA de usar táticas coercitivas para dominar a economia global, afirmando que Washington pressiona países como a Índia a evitar petróleo russo ⚖️ 🧵 — declaração do ministro Sergey Lavrov critica sanções, tarifas e pressão direta contra compradores.
Lavrov disse que os Estados Unidos combinam sanções, tarifas e ações diplomáticas para redirecionar mercados. Para Moscou, isso não é só geopolítica: seria uma estratégia econômica coercitiva que mistura interesses políticos e comerciais.
Contexto: desde 2022, a guerra na Ucrânia motivou sanções ocidentais e iniciativas como o teto de preço do G7 sobre petróleo russo. Analistas relatam que, ao mesmo tempo, alguns compradores buscaram cargas russas com desconto, complicando o equilíbrio global.
O efeito prático: medidas unilaterais podem deslocar cadeias de fornecimento, afetar preços e limitar autonomia de países emergentes. Há preocupação sobre impacto em acesso à energia e no desenvolvimento econômico de nações em desenvolvimento.
Especialistas apontam que coercão econômica tende a reforçar blocos alternativos e redes comerciais paralelas, enquanto aumenta risco de concentração de poder econômico. Debate central: regulação multilateral versus ações bilaterais de coerção.
Reflexão final: a acusação russa destaca uma tensão real entre política externa e comércio. Se a meta é estabilidade e inclusão, será preciso regras internacionais mais claras que protejam soberania e o desenvolvimento dos países do Sul Global.
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