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Resumo em 10 segundos

97,09 BTC roubados voltaram a se mover na blockchain. O que esse caso expõe sobre autocustódia, falhas e responsabilidade no mercado cripto? 🔐₿

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💸 O hacker ligado à terceira onda de ataques contra carteiras Coldcard movimentou 97,09 BTC — cerca de US$ 7,7 milhões e 45% do total roubado. Se até uma hardware wallet vira alvo, quem está realmente protegido? 🧵

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A movimentação é pública: a blockchain permite acompanhar os 97,09 BTC, mas não revela automaticamente quem controla as chaves. Transparência de transações basta quando a identidade por trás do crime continua oculta?

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Hardware wallets existem para manter chaves privadas fora da internet. Mas segurança não é só o dispositivo: envolve firmware, cadeia de fornecimento, backups, seed phrase e a forma como cada pessoa recebe instruções. Onde estava a brecha?

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O detalhe mais incômodo: 45% dos bitcoins roubados já foram movidos. Isso indica tentativa de fragmentar, trocar ou dificultar o rastreio? E exchanges, pontes e serviços de swap estão preparados para identificar fundos ilícitos?

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Autocustódia é um dos pilares do Bitcoin. Mas ela não pode virar a desculpa perfeita para transferir todo o risco ao usuário. Empresas que vendem segurança têm de comunicar ameaças com clareza e responder rápido quando algo falha, não?

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Também vale questionar o discurso de que “basta estudar”. Segurança digital exige tempo, conhecimento técnico e acesso a suporte confiável — recursos que não estão igualmente distribuídos. Como ampliar a proteção sem sacrificar a autonomia?

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US$ 7,7 milhões em BTC se movem em minutos; recuperar confiança pode levar anos. A lição não é abandonar a autocustódia, mas tratar segurança como processo contínuo: verificar procedência, atualizar práticas e desconfiar de atalhos.

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