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Resumo em 10 segundos

Ministério da Fazenda precisa de aprovações no Congresso para combinar isenção do IR e aumento de tributos em fintechs — jogo político e fiscal em jogo 🧾

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Haddad precisa do Congresso para aprovar medidas-chave que podem fechar as contas de 2025: isenção do IR até R$5.000 e aumento de tributos sobre investimentos, fintechs e apostas estão na mesa 🧾🧵

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O pacote inclui isenção do IR para quem ganha até R$5.000 e uma nova progressão até R$7.350. Na prática, implica perda de arrecadação — só que a solução só vale se vier com compensações. Quem paga a conta se o Congresso aprovar assim?

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A MP que eleva impostos sobre certos investimentos, fintechs e apostas é apresentada como a compensação fiscal para 2025. É crucial? Sim. Mas é legítimo questionar se a tributação está bem calibrada para não estrangular inovação ou concentrar encargos sobre pequenos investidores.

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No Congresso, o jogo envolve lobby de setores (fintechs, bancos, apostas), interesses regionais e coalizões partidárias. A análise de Thais Herédia na CNN Prime Time aponta que a aprovação depende mais de articulação política do que de consenso técnico.

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Há alternativas não óbvias: ampliar a base de tributação, fechar brechas fiscais, taxar lucros extraordinários e operações financeiras, ou criar impostos mais progressivos sobre renda e patrimônio. A escolha diz muito sobre prioridades de justiça fiscal.

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Se o Congresso rejeitar as medidas compensatórias, o governo pode enfrentar déficit maior, cortes ou aumento do endividamento — com custos que tendem a recair sobre serviços públicos e trabalhadores. Transparência e debate público são essenciais aqui.

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Reflexão final: a votação não é só técnica — é uma decisão sobre quem suporta o ajuste. É possível conciliar crescimento, inovação e justiça fiscal, mas exige política pública clara e negociação responsável no Congresso.

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