🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Uma técnica minimamente invasiva tratou uma criança de 5 anos no SUS municipal — e o impacto vai muito além da sala de cirurgia. 🏥✨

Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Uma criança de 5 anos recebeu no HGP, em Parauapebas, um tratamento inédito no município para uma malformação atrás da orelha. 🏥🧵 A técnica é minimamente invasiva e pode evitar cirurgias bem mais complexas.

Imagem do post
10 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

O caso envolvia um linfangioma retroauricular: uma malformação do sistema linfático localizada atrás da orelha. Além do incômodo estético, ela pode causar dor e aumentar de volume — como vinha acontecendo com a paciente.

8
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Em vez de uma cirurgia aberta maior, a equipe fez escleroterapia: aplica-se uma substância dentro da lesão para provocar sua redução. Neste procedimento, foi usado sulfato de bleomicina, sob condução da cirurgia pediátrica.

Imagem do post
6
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Na prática, o ganho é enorme: menos exposição a procedimentos extensos, recuperação potencialmente mais tranquila e menor risco de sequelas associadas a uma abordagem cirúrgica mais trabalhosa, segundo a equipe do HGP.

4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Tem outro ponto importante aqui: fazer isso na própria cidade evita que famílias precisem viajar para buscar atendimento especializado. Para quem cuida de criança, reduzir deslocamento, custo e ansiedade já faz uma diferença gigantesca.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

O avanço foi possível com equipe especializada e estrutura hospitalar na rede municipal. Tecnologia em saúde não pode ficar restrita aos grandes centros: quando chega ao serviço público local, vira acesso real para quem mais precisa.

4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

A mãe da paciente acompanhou consultas e o procedimento depois de meses de preocupação com as dores da filha. Agora, com o tratamento realizado, fica um lembrete simples: saúde pública bem equipada muda vidas sem que a família precise sair da cidade.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0