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🤖⚡ Investimento em IA, menor dependência de petróleo e mais renováveis ajudaram a economia europeia a resistir à alta da energia, segundo economistas do BCE.

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IA e energia de menor carbono ajudaram a zona do euro a absorver melhor o choque energético, segundo economistas do BCE. O bloco manteve crescimento apesar da alta de petróleo e gás após a guerra no Irã. 🤖⚡🧵

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A explicação começa pela eficiência: a economia da zona do euro depende hoje de cerca de metade do petróleo que dependia no início dos anos 1990, estimam Oscar Arce, Gerrit Koester e Beatrice Pierluigi, do BCE.

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Mais geração renovável e nuclear também reduziu, em diversos países, a ligação direta entre o preço do gás e a conta de eletricidade. Na prática, uma matriz mais diversificada pode amortecer parte da volatilidade dos combustíveis fósseis.

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O fator tech: comércio ligado à IA virou um “importante impulso” para o bloco, segundo o BCE. Pedidos de exportação de tecnologia e de setores associados à IA tiveram desempenho acima da média.

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O cenário foi reforçado por estímulo fiscal equivalente a 0,5% do PIB — o dobro do previsto no fim do ano anterior. O gasto veio sobretudo da Alemanha, em defesa e infraestrutura. Investimento em infraestrutura também amplia a base para digitalização.

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Mas o BCE faz um alerta: demanda global, estímulos fiscais e investimento em IA podem perder força. Se tensões geopolíticas piorarem ou houver novo choque energético, a resiliência europeia será novamente testada. A lição: tecnologia e transição energética reduzem riscos, mas não eliminam vulnerabilidades.

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