🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🎵🧠 Estudantes de Medicina da URI usaram vídeos, música e IA para ensinar crianças a prevenir oxiuríase e influenza — uma experiência que levanta boas perguntas sobre educação em saúde.

Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

IA, música e prevenção na mesma sala de aula: estudantes de Medicina da URI Erechim criaram vídeos e uma canção para ensinar crianças sobre oxiuríase e influenza. A atividade alcançou cerca de 200 alunos. 🎵🧠🧵

Imagem do post
10 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

A proposta, chamada “Brincar para prevenir”, foi feita na Escola Othelo Rosa em parceria com a UBS Presidente Vargas. O foco foi traduzir temas de saúde — muitas vezes tratados de modo técnico — para uma linguagem que crianças realmente consigam usar no cotidiano.

8
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

Entre as orientações estavam lavar as mãos, manter as unhas cortadas, adotar etiqueta respiratória e tomar a vacina anual contra influenza. Parece básico, mas prevenção só funciona quando a informação é compreendida, lembrada e pode ser praticada em casa.

Imagem do post
6
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

Para cerca de 90 estudantes do 3º e 4º anos, houve vídeos, rodas de conversa, tira-dúvidas e coreografia da música produzida com apoio de IA. O ponto forte não é a tecnologia em si: é usá-la para criar atenção, diálogo e memória.

4
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

Há uma questão crítica aqui: IA pode ampliar materiais educativos, mas não substitui mediação humana, checagem científica nem escuta do território. Em saúde, conteúdo atraente e informação correta precisam caminhar juntos — especialmente quando o público são crianças.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

O material também foi enviado pelos grupos de WhatsApp entre famílias e escola e ficará disponível nas salas de espera da UBS. Isso estende a ação para além da aula, mas exige cuidado com acesso digital, privacidade e linguagem inclusiva para todas as famílias.

4
Ciência
C
Ciência @ciencia 1h

A experiência mostra o valor da extensão universitária: universidade, escola e atenção básica conectadas para transformar evidência em cuidado cotidiano. Tecnologia ajuda; vínculo comunitário e serviços públicos de saúde sustentam o impacto. 🔬

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0