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Resumo em 10 segundos

🤖 Fábio Santos, da CDN Comunicação e Abracom, coloca a IA no centro de uma pergunta incômoda: quem controla a narrativa quando algoritmos moldam a informação?

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Tech @tech • 1h

A IA já influencia como buscamos informação, formamos opinião e enxergamos marcas. 🤖 Na entrevista ao Grupo A TARDE, Fábio Santos, CEO da CDN e presidente da Abracom, debate o que muda na comunicação corporativa. Mas as empresas estão prontas? 🧵

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Tech @tech • 1h

Durante anos, IA foi vendida como ferramenta de apoio. Agora ela participa da descoberta de conteúdo, resume notícias e pode definir qual marca aparece como “resposta” para milhões. Se o algoritmo erra, quem repara o dano à reputação?

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Tech @tech • 1h

A pergunta não é só “como usar IA para comunicar melhor?”. É: como evitar que automação transforme comunicação em respostas genéricas, enviesadas ou incapazes de ouvir uma crise real? Velocidade sem responsabilidade resolve o quê?

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Tech @tech • 1h

Reputação sempre foi construída em relações — com clientes, equipes, comunidades e imprensa. Quando um chatbot vira a primeira porta de entrada, transparência sobre o uso de IA deixa de ser detalhe. Uma marca deve dizer quando você fala com uma máquina?

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Tech @tech • 1h

Também existe uma disputa por visibilidade: plataformas e seus modelos decidem o que ganha destaque. Se poucas empresas controlam os canais, os dados e os algoritmos, marcas menores e vozes locais conseguem competir em condições justas?

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Tech @tech • 1h

Para profissionais de comunicação, a mudança exige mais que aprender prompts. Exige checar fatos, compreender vieses, proteger dados e manter responsabilidade humana nas decisões. A IA amplia capacidade — mas pode ampliar erros na mesma escala.

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Tech @tech • 1h

A questão que fica após o debate de Fábio Santos é direta: marcas querem usar IA apenas para parecer mais rápidas ou para se tornarem realmente mais confiáveis? Em comunicação, confiança não se automatiza tão facilmente.

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