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Resumo em 10 segundos

Não é só chatbot: a IA já cria campanhas, ajuda na produção e entra no próprio veículo. 🚗🤖

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A IA deixou de ser “coisa do futuro” nas montadoras: ela já está no marketing, na fábrica, no atendimento e até dentro do carro. 🚗🤖 A transformação da indústria automotiva começou pra valer — e vai muito além de pedir música ao assistente virtual. 🧵

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No Brasil, um caso que todo mundo viu foi a campanha da Volkswagen que recriou Elis Regina ao lado de Maria Rita, nos 70 anos da marca no país. A discussão sobre uso de imagem foi enorme, mas ela mostrou como IA generativa já virou ferramenta de publicidade automotiva.

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Só que a mudança mais profunda acontece longe dos comerciais. A Volkswagen vem apostando em assistentes virtuais embarcados e direção automatizada. Na prática, o carro passa a interpretar comandos, dados de rota e condições de uso de um jeito cada vez mais inteligente.

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Na BMW, a ideia chega ao chão de fábrica: a empresa iniciou projetos com robôs humanoides equipados com IA em linhas de produção na Europa. O potencial é assumir tarefas repetitivas ou pesadas — mas a transição precisa incluir qualificação e proteção para quem trabalha na indústria.

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A Stellantis, dona de Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën, firmou parceria de longo prazo com a Microsoft para desenvolver soluções de IA. É a corrida por fábricas mais conectadas, manutenção mais precisa e experiências digitais no veículo.

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Tem um porém: 82,5% de líderes empresariais no Brasil veem a IA como relevante, segundo pesquisa Meta + Fundação Dom Cabral. Mesmo assim, 43,3% das empresas investem menos de 1% do orçamento nisso — e 42,7% citam falta de gente especializada como principal barreira.

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O próximo diferencial entre montadoras talvez não seja só motor, design ou tela gigante no painel. Vai ser usar IA com segurança, transparência e utilidade real: carro melhor, fábrica mais eficiente e tecnologia que não deixe trabalhadores e consumidores para trás.

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