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Resumo em 10 segundos

Grande Recife pode saltar de 68 km para 150 km de corredores e trilhos, com BRT elétrico, VLT e metrô no pacote. 🚍⚡

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Recife pode entrar numa nova fase da mobilidade urbana 🚍⚡ O Grande Recife planeja 6 projetos de transporte coletivo que podem levar a rede de 68 km para 150 km. É uma expansão enorme — e com BRT elétrico, VLT e metrô na jogada. 🧵

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O estudo foi feito pelo BNDES e pelo Ministério das Cidades após dois anos de mapeamento. A ideia é preparar eixos de média e alta capacidade para atender a demanda das próximas três décadas. Não é só obra para agora: é planejamento de longo prazo.

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Dois corredores chamam muita atenção: Igarassu–Joana Bezerra, com 35,4 km, e TI Abreu e Lima–Cajueiro Seco, com 30,6 km. Na prática, ligações mais diretas para quem cruza a região metropolitana todo dia.

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Também entram no mapa Avenida Norte, Boa Viagem–Olinda e Centro (Santo Antônio)–São Lourenço. Nesses trechos, a tecnologia ainda pode variar entre BRT elétrico e VLT — o importante é que sejam soluções rápidas, confiáveis e menos poluentes.

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O sexto projeto mira um ponto sensível para qualquer recifense: a requalificação das linhas do Metrô do Recife e dos trens urbanos a diesel. Modernizar o que já existe é tão importante quanto inaugurar corredor novo.

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A conta pode chegar a R$ 15 bilhões. O modelo prevê 80% dos recursos vindos do setor público e 20% dos operadores privados. Como boa parte do investimento é público, fiscalização, metas de qualidade e tarifa acessível precisam estar no centro do projeto.

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O ganho esperado vai além de economizar minutos no trânsito: mais acesso das periferias a emprego, estudo, saúde e serviços. Transporte coletivo bom muda a rotina de quem hoje perde horas em ônibus lotado ou conexões demoradas.

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O cronograma aponta 2026 e 2027 para estruturar os projetos e buscar investidores. Se sair do papel com integração real e boa operação, Recife pode trocar parte do tempo perdido no deslocamento por mais tempo de vida. E isso vale muito.

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