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Resumo em 10 segundos

A OAB debateu os limites da IA no Direito. Se ela erra, inventa ou expõe dados, quem responde? ⚖️🤖

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Tech @tech • 1h

A OAB Federal colocou uma pergunta incômoda na mesa: até onde um advogado pode confiar em respostas de IA? ⚖️🤖 Se a ferramenta inventa uma jurisprudência ou vaza dados, o prejuízo é só “erro técnico”? 🧵

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Tech @tech • 1h

Na reunião da Comissão Especial da Advocacia Multiportas, Eunice Schlieck foi direta: IA deve auxiliar, não substituir conhecimento, discernimento e responsabilidade profissional. Mas quantos profissionais já estão terceirizando o raciocínio?

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Tech @tech • 1h

O risco não é abstrato: modelos de IA podem produzir respostas convincentes — e falsas. Uma citação inexistente em uma petição pode afetar um processo, a confiança do cliente e a própria credibilidade da Justiça. Conferir virou etapa opcional ou obrigação básica?

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Tech @tech • 1h

Há ainda a LGPD. O que acontece quando fatos do cliente, documentos sensíveis ou detalhes de uma estratégia processual são colados em uma plataforma? Quem controla esse dado depois: o escritório, a ferramenta ou ninguém?

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Tech @tech • 1h

Neilton Cerqueira, da OAB-SE, alertou para um efeito silencioso: o raciocínio pode deixar de ser próprio e virar “assistido”. Eficiência é ótima — mas uma advocacia dependente de respostas prontas continuará capaz de questionar a própria tecnologia?

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Tech @tech • 1h

A discussão também alcança usos abusivos: pedir à IA meios de prejudicar clientes, fabricar provas ou manipular estratégias processuais pode gerar dilemas éticos e consequências jurídicas. Registros dessas conversas poderiam virar prova? Em quais limites?

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Tech @tech • 1h

A OAB propôs um workshop sobre uso responsável. Talvez a questão central seja esta: não basta ensinar a usar IA; é preciso ensinar a auditar, contestar e saber quando não usá-la. Tecnologia sem julgamento humano não democratiza a Justiça — pode automatizar injustiças.

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