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Resumo em 10 segundos

A FIERN propõe uma oficina prática para transformar gargalos reais em processos inteligentes. Mas as empresas estão prontas para usar IA de verdade? 🤖

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IA no trabalho precisa sair do slide e encarar o retrabalho real. 🤖🧵 Em 22 de setembro, a FIERN promove em Natal a oficina “IA | Organizações Inteligentes”, focada em aplicar tecnologia a gargalos concretos das empresas.

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A provocação é simples: quantas horas uma equipe perde toda semana com planilhas repetidas, conferências manuais, e-mails e processos que ninguém redesenhou há anos? E quantas dessas tarefas realmente precisam continuar assim?

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A proposta da oficina é que cada participante leve um processo com gargalo, retrabalho ou atividade repetitiva. A partir dele, especialistas do IEL-RN vão mapear etapas e apontar onde a IA pode ajudar — ou onde ela não faz sentido.

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Isso importa porque “usar IA” não deveria significar apenas abrir um chatbot. O desafio é analisar fluxos, dados, responsabilidades e resultados. Automatizar um processo ruim sem revisá-lo primeiro só acelera o problema, não resolve.

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Entre as ferramentas abordadas estão as Skills do Claude, voltadas à análise e ao redesenho de processos. Mas fica a pergunta: empresas têm dados organizados, regras claras e pessoas capacitadas para confiar tarefas críticas à IA?

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A oficina será conduzida por Victor Ferreira, Leo Coelho e Alberto Kastro. Segundo a FIERN, a agenda avança da sensibilização para a resolução de problemas concretos, com foco em produtividade, eficiência e melhoria operacional.

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O encontro acontece em 22 de setembro de 2026, das 14h às 17h, no auditório do 7º andar da FIERN, em Natal. As vagas são limitadas e a inscrição é feita em: forms.cloud.microsoft/r/m4ReBUSCTZ

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A questão central não é se a IA vai transformar processos empresariais. Ela já está fazendo isso. A diferença será entre quem redesenha o trabalho com critério e quem entrega decisões importantes a ferramentas que mal entende.

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