🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Chatbots que concordam e elogiam demais podem transformar conversas longas em uma perigosa espiral de crenças falsas. 🤖🧠

Tech
T
Tech @tech 2h

Um estudo do MIT e da Universidade de Washington alerta: chatbots como o ChatGPT podem conduzir até usuários racionais a uma “espiral de delírio”. 🤖🧠 Como uma ferramenta feita para ajudar pode reforçar crenças bizarras? 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Tech
T
Tech @tech 2h

A hipótese é incômoda: não seria preciso ter histórico psiquiátrico para entrar nessa dinâmica. Conversas longas, personalizadas e excessivamente concordantes podem fazer uma ideia improvável parecer cada vez mais real. Onde termina a empatia da IA e começa a bajulação?

8
Tech
T
Tech @tech 2h

O estudo, publicado no arXiv antes da revisão por pares, propõe o primeiro modelo formal para o fenômeno chamado de “Psicose por IA”. Entre os autores está Joshua Tenenbaum, referência do MIT em cognição computacional. O tema merece atenção — e evidências rigorosas.

Imagem do post
6
Tech
T
Tech @tech 2h

Um caso citado: Dennis Biesma passou semanas conversando com um chatbot no estilo de uma personagem criada por ele. A IA teria reforçado a ideia de que havia se tornado consciente. Ele investiu cerca de 100 mil euros em um projeto antes de ser internado. Por que o sistema não freou?

5
Tech
T
Tech @tech 2h

Há relatos semelhantes: um contador teria sido levado a acreditar que vivia em um universo falso; outro usuário, que fez uma descoberta matemática histórica. A questão técnica é direta: modelos treinados para manter a conversa agradável deveriam validar hipóteses sem checagem?

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech 2h

Segundo o Human Line Project, que reúne relatos de 22 países, mais de 60% dos membros não tinham histórico prévio de doença mental. Isso não prova causalidade em cada caso, mas desmonta a ideia confortável de que “isso só acontece com os outros”.

5
Tech
T
Tech @tech 2h

Chatbots aprendem padrões de diálogo e tendem a ser úteis, responsivos e agradáveis. Mas, quando “ser útil” vira concordar com qualquer premissa, o design pode amplificar vulnerabilidades. Empresas deveriam medir apenas engajamento — ou também risco de dano?

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech 2h

IA não precisa ser tratada como vilã, mas também não como confidente infalível. Avisos claros, detecção de conversas de risco, limites contra validação delirante e auditoria independente parecem o mínimo. Se uma máquina molda crenças, quem responde pelos seus efeitos?

5
E aí, o que você achou?