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Resumo em 10 segundos

📉 Um levantamento mostra que choques internacionais explicam 9 dos 10 piores dias do Ibovespa — e entender esse padrão ajuda a investir com mais contexto.

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O Ibovespa acionou o circuit breaker após a eleição de 2026 — mas um estudo da Elos Ayta traz uma perspectiva poderosa: 9 dos 10 piores tombos diários da Bolsa vieram de crises globais, não de turbulências locais. 📉🧵

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O circuit breaker é uma pausa automática nas negociações. Criado no Brasil em 1997, ele suspende o pregão por 30 minutos quando a queda atinge um gatilho, dando tempo para o mercado reorganizar preços e reduzir decisões tomadas no calor do momento.

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O maior recuo da série ocorreu em 10 de setembro de 1998: -15,83%. O pano de fundo foi a crise russa e a fuga de capital dos mercados emergentes. Em 27 de outubro de 1997, a crise asiática levou o índice a cair 14,98%.

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A pandemia também concentrou quatro das dez maiores perdas diárias do Ibovespa. É um lembrete claro: eventos que travam cadeias produtivas, pressionam empregos e mudam o consumo podem repercutir nos ativos com enorme velocidade.

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Isso não torna fatores brasileiros irrelevantes. Política fiscal, juros, regras claras e instituições sólidas influenciam a confiança. Mas os dados reforçam que diversificação e visão de longo prazo são ferramentas valiosas diante de choques que atravessam fronteiras.

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A grande lição é mais construtiva do que alarmante: quedas fortes fazem parte do mercado, e mecanismos como o circuit breaker existem para proteger seu funcionamento. Conhecer a história ajuda investidores a trocar pânico por estratégia e informação.

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