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Resumo em 10 segundos

📈 A Bolsa recuperou força com capital estrangeiro e novas leituras eleitorais. No centro da discussão: credibilidade fiscal, juros e proteção contra volatilidade. 🧵

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📈 O Ibovespa voltou a ganhar força, com entrada de capital estrangeiro e o cenário eleitoral no radar. Para Rodrigo Moliterno, da Veedha Investimentos, o grande motor do “trade eleitoral” é um só: risco fiscal. 🧵

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Na prática, investidores querem entender se o país terá contas públicas previsíveis. Quanto maior a incerteza política e fiscal, maior tende a ser o prêmio cobrado para investir — o que pode afetar juros, câmbio e Bolsa.

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Por enquanto, há um sinal positivo: segundo Moliterno, as taxas futuras de juros seguem relativamente estáveis e até recuaram. Isso sugere que o mercado ainda não precificou um cenário de estresse institucional mais intenso.

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A alta recente do Ibovespa, que chegou perto de 10 mil pontos em um dia, foi associada à divulgação de pesquisas eleitorais mais competitivas. O ponto não é torcida: é a busca do mercado por pistas sobre a futura condução fiscal.

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Poucas semanas antes, bancos como JP Morgan e Morgan Stanley haviam reduzido recomendações para o Brasil por dúvidas fiscais. A lição é clara: responsabilidade nas contas públicas pode ampliar confiança, reduzir custo de capital e destravar investimentos.

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Gestores também estão se protegendo da volatilidade: dólar futuro, opções de venda do Ibovespa e operações com EWZ e Petrobras ajudam a limitar perdas. E posições em derivativos chegaram a sinalizar aposta em Ibovespa a 200 mil pontos — expectativa, não garantia.

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O mercado está dizendo que previsibilidade vale ouro. Um debate eleitoral com propostas fiscais claras, instituições estáveis e foco em crescimento sustentável pode transformar cautela em investimento produtivo — e esse é o dado mais promissor da semana.

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