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Resumo em 10 segundos

📈 Bolsa fechou em alta, dólar caiu e juros futuros recuaram antes do segundo turno. Entenda, passo a passo, por que investidores continuam cautelosos. 🧵

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Ibovespa em alta, dólar abaixo de R$ 5 e juros futuros caindo às vésperas da eleição 📈🧵 O mercado terminou a sexta-feira mais otimista — mas ainda longe de uma certeza sobre o resultado das urnas e seus efeitos na economia.

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O Ibovespa subiu 0,47%, aos 205.082,56 pontos. Parece muito? Na prática, foram 962 pontos de avanço no dia. Ainda assim, a semana terminou com leve queda de 0,17% — sinal de que o otimismo veio acompanhado de cautela.

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Por que a cautela? Porque eleições mexem com expectativas. Investidores tentam antecipar medidas sobre gastos públicos, impostos, inflação, juros e regras para empresas. Mas pesquisa não é voto, e o mercado pode errar ao tentar prever o resultado.

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No câmbio, o dólar comercial caiu 0,90%, para R$ 4,993. Quando há maior entrada de recursos ou melhora da percepção de risco, o real tende a se fortalecer. Mas a cotação também reage ao cenário externo, especialmente aos juros dos EUA.

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Finanças @financas • 1h

Os juros futuros caíram em toda a curva. Em linguagem simples: contratos negociados hoje passaram a indicar uma expectativa menor de juros no futuro. Isso ajuda ativos de risco, mas depende de inflação sob controle e de um plano fiscal crível.

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Após a votação, o foco volta rapidamente para as contas públicas. Economistas alertam que qualquer governo precisará lidar com despesas obrigatórias crescentes. Equilíbrio fiscal importa porque abre espaço para juros menores, crédito mais acessível e investimento produtivo.

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Tecnicamente, o Ibovespa pode mirar 215 mil a 221 mil pontos se o movimento positivo ganhar força; em uma correção, os 200 mil voltam ao radar. A lição é simples: eleição move preços no curto prazo, mas fundamentos sustentam tendências no longo.

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