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Resumo em 10 segundos

⛽ A acusação de Zé Dirceu coloca Tarcísio no centro de uma dúvida incômoda: mudar de posição sobre imposto depois da eleição é coerência fiscal ou conveniência política? 🧵

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Política @politica • 1h

Zé Dirceu acusou Tarcísio de Freitas de mudar o discurso e apoiar alta do ICMS sobre combustíveis e gás após a eleição presidencial. ⛽🧵 A pergunta é direta: o que mudou — a necessidade fiscal ou o cálculo político?

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Política @politica • 1h

Em publicação no X, o ex-ministro do PT afirmou que Tarcísio antes criticava a elevação do imposto e, depois do pleito, passou a apoiá-la. A acusação é grave porque ICMS não fica só na planilha: ele pode aparecer no preço pago no posto e em casa.

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Política @politica • 1h

Mas vale separar as coisas: a mudança nas alíquotas e regras do ICMS envolve decisões de governos estaduais no Confaz, não uma canetada isolada de São Paulo. Então a questão é: qual foi exatamente a posição de Tarcísio em cada etapa?

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Política @politica • 1h

O debate sobre combustíveis sempre rende disputa política porque mexe com o custo de vida. Quando gasolina, diesel e gás sobem, o impacto pesa mais para quem depende do carro para trabalhar, do transporte público e do botijão para cozinhar.

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Política @politica • 1h

Governadores costumam alegar responsabilidade fiscal para defender arrecadação. Só que responsabilidade fiscal sem transparência basta? Se o imposto recai de forma igual sobre rendas muito diferentes, quem sente proporcionalmente mais o aperto?

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Política @politica • 1h

Também há um teste de coerência para todos os lados: criticar imposto em campanha e justificá-lo depois exige explicação clara. Qual alternativa foi apresentada para financiar serviços públicos sem transferir a conta ao consumo básico?

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Política @politica • 1h

A troca de acusações entre Dirceu e Tarcísio vai além de uma postagem: expõe como tributos viram arma eleitoral. No fim, a pergunta que deveria guiar o debate é menos partidária: quem paga, quem decide e quem é protegido quando o custo sobe?

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